Aproximaram-se esbaforindo com um olhar maléfico de satisfação, três homens com uma indumentária distinta, parecendo de época passada. Um deles, posicionou-se a frente, tinha um olhar engessado, olhos pálidos como o mármore, mãos vis. Esse mesmo disse:
_Enfim, Windas, encontramos você e parece que sua amiga também ou ao menos aquela que soubemos que procurava!
_Virgínia, temos que sair daqui! – disse esgueirando-me defensivamente na névoa para perto dela. – Essas pessoas não são amigáveis, venha comigo, depressa! Eu lhe explicarei tudo depois.
_Claro, mas onde iremos? – indagou Virgínia, confusa.
_Ah, mas nem nos apresentamos ainda e já vão. Ainda não. – disse o homem assombroso, levantando uma de suas mãos bruscamente para cima de modo que o chão tremeu.
Nós balançamos e ficamos instáveis ao que eles vieram ao nosso encalço para nos capturar.
_Tenho uma ideia. – inflei meu pulmão o máximo possível e soprei uma ventania incalculável! Os homens não conseguiram se manter firmes e nem tentar algum truque a tempo, desequilibraram-se e caíram no chão. Eu logo fui envolvendo Virgínia com a água. – Não tenha medo, só vou nos tirar daqui, acha que pode atear fogo nesse lugar? – prossegui enquanto tal como controlando uma onda impelida pelo vento, nos elevava e retirava daquele local.
_Sim! – disse Virgínia em resposta, inflamando-se em chamas que incendiaram o gramado criando uma enorme barreira de fogo!
Com a ajuda dos ventos sob o meu comando, fugimos ouvindo o homem de longe reclamando:
_Ainda te encontraremos, Windas, e dessa vez não nos escaparão!
